terça-feira, 4 de dezembro de 2012
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Cinemateca Pop - Víuva, Mas Não Muito
No final dos Anos 80, recebi este filme como prenda de Natal.
Na altura, ainda mal começara a indústria de venda de películas VHS e o aluguer de filmes nos clubes de video continuava em larga escala.
Então, o meu primo José Eduardo o que fez foi copiar o filme para uma cassete virgem, embrulhou-a em papel bonitinho e ofereceu-ma.
Penso que foi a ultima prenda que recebi dele porque, entretanto, o chamamento das Testemunhas de Jeová foi mais forte, e assim ele deixou de comemorar o Natal e de oferecer prendas nesta data.
Acho que ainda tenho o filme lá para casa, no meio de outras velharias em VHS.
Realizado em 1988 por Jonathan Demme (de "O Silêncio dos Inocentes", por exemplo), "Viúva, Mas Não Muito"/"Married to The Mob" é a história de Angela De Marco (a bela Michelle Pfeiffer), mulher de Frank De Marco, um mafioso que acaba por ser morto pelo seu patrão.
Angela pensa que os complicados relacionamentos com a mafia terminaram, mas a história ainda mal começara...
Entram no filme, Matthew Modine (um actor típico dos Anos 80), Alec Baldwin, Joan Cusak, entre outros.
Aqui fica o trailler.
Na altura, ainda mal começara a indústria de venda de películas VHS e o aluguer de filmes nos clubes de video continuava em larga escala.
Então, o meu primo José Eduardo o que fez foi copiar o filme para uma cassete virgem, embrulhou-a em papel bonitinho e ofereceu-ma.
Penso que foi a ultima prenda que recebi dele porque, entretanto, o chamamento das Testemunhas de Jeová foi mais forte, e assim ele deixou de comemorar o Natal e de oferecer prendas nesta data.
Acho que ainda tenho o filme lá para casa, no meio de outras velharias em VHS.
Realizado em 1988 por Jonathan Demme (de "O Silêncio dos Inocentes", por exemplo), "Viúva, Mas Não Muito"/"Married to The Mob" é a história de Angela De Marco (a bela Michelle Pfeiffer), mulher de Frank De Marco, um mafioso que acaba por ser morto pelo seu patrão.
Angela pensa que os complicados relacionamentos com a mafia terminaram, mas a história ainda mal começara...
Entram no filme, Matthew Modine (um actor típico dos Anos 80), Alec Baldwin, Joan Cusak, entre outros.
Aqui fica o trailler.
sexta-feira, 30 de novembro de 2012
Sucessos Esquecidos dos Anos 80 - Babooshka - Kate Bush
Foi uma das primeiras a recorrer a vídeos para ilustrar as suas inesquecíveis canções.
Kate Bush deu corpo (que corpo!) e voz (que voz!) ao espectacular "Babooshka".
Estávamos em 1980.
Há alguns anos reencontrei uma velha cassete de vídeo, onde, entre outros velhos telediscos gravados no VH1, constatei que, em determinado momento da sua carreira, Kate Bush não foi "apenas" a excêntrica performer britânica dona de uma bela voz de espírito atormentado.
Logo ao primeiro olhar descortina-se por baixo das cortinas (um véu, neste caso) uma absolutamente curvilínea Kate Bush, então com pouco mais de 20 belos aninhos.
Mas o melhor está guardado para daí a pouco:
Após os primeiros 57 segundos de preliminares com um violoncelo, Bush aparece vestida de guerreira da Idade Média com atributos muito acima da média e difícil será um homem não empunhar uma espada quando a vê assim.
Ah! As adoráveis Sexy Singers do Anos 80!
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Sucessos Esquecidos dos Anos 80
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Velhos Anúncios - Omo
Há uma boa mão cheia de anúncios antigos da OMO, capazes de fazer as delícias dos mais nostálgicos ou, pelo menos, suscitar um sorriso com os textos publicitários de então.
Escolhemos para hoje, este dos Anos 70, em que, com uma embalagem de Omo, recebia-se uma meia grátis.
Para ter um par de meias grátis, assim feitas as contas, seriam precisas duas embalagens de Omo, o tal que lava mais branco.
O vídeo que publicamos em baixo é fraquinho de som, mas muito razoável no que concerne às pernas das protagonistas.
Talvez não saiba, mas a Omo foi criada há mais de 100 anos (1908), em Inglaterra pela Lever Brothers e não, o nome não apareceu por a marca ser preferida dos homossexuais.
Omo, eram as iniciais para Old Mother Owl (velha mãe coruja) que simbolizava o zelo materno e a sabedoria.
E eram as mães-coruja quem, nesta altura, mais usavam o tanque para lavar a roupa, enquanto ao marido-mocho e aos pardalitos lá de casa, cabia a bem mais fácil tarefa de cagar as roupinhas no trabalho ou nas brincadeiras de rua.
Escolhemos para hoje, este dos Anos 70, em que, com uma embalagem de Omo, recebia-se uma meia grátis.
Para ter um par de meias grátis, assim feitas as contas, seriam precisas duas embalagens de Omo, o tal que lava mais branco.
O vídeo que publicamos em baixo é fraquinho de som, mas muito razoável no que concerne às pernas das protagonistas.
Talvez não saiba, mas a Omo foi criada há mais de 100 anos (1908), em Inglaterra pela Lever Brothers e não, o nome não apareceu por a marca ser preferida dos homossexuais.
Omo, eram as iniciais para Old Mother Owl (velha mãe coruja) que simbolizava o zelo materno e a sabedoria.
E eram as mães-coruja quem, nesta altura, mais usavam o tanque para lavar a roupa, enquanto ao marido-mocho e aos pardalitos lá de casa, cabia a bem mais fácil tarefa de cagar as roupinhas no trabalho ou nas brincadeiras de rua.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Cinemateca Pop - Em Busca da Esmeralda Perdida
A meio da década de 80, a meio de uma tarde, lembro-me de me ter divertido imenso com este filme.
As caças ao tesouro - mesmo que neste caso com vigorosas pinceladas de comédia romântica - sempre foram um dos meus temas preferidos.
Não na vida real, onde não consigo dar caça a tesouro algum, mas em livros e em filmes.
Este, de 1984, juntava a sexy Kathleen Turner, loura de perna bem feita e voz rouca, a um Michael Douglas que ainda haveria de fazer muitos filmes.
No original "Romancing the Stone", "Em Busca da Esmeralda Perdida conta a história de uma escritora que procura a sua irmã, que foi raptada por um bandido quando procurava uma jóia na selva colombiana.
Lembrete:
Nunca ir atrás de uma pedra preciosa para uma selva sul-americana.
Joan Wilder (Turner) que até então tinha uma vida calma, a escrever romances lá por casa, tem assim uma aventura ao nível daquelas que escreve, envolvendo ainda um caçador de fortunas (Douglas) por quem se apaixona.
Esta película, realizada pelo mago Robert Zemeckis, autor de muitos filmes que me caíram no goto, como a trilogia "Regresso ao Futuro", contava ainda com Danny de Vito, actor que sempre tentou compensar a falta de estatura e de cabelo, com a arte de (nos) fazer rir.
As caças ao tesouro - mesmo que neste caso com vigorosas pinceladas de comédia romântica - sempre foram um dos meus temas preferidos.
Não na vida real, onde não consigo dar caça a tesouro algum, mas em livros e em filmes.
Este, de 1984, juntava a sexy Kathleen Turner, loura de perna bem feita e voz rouca, a um Michael Douglas que ainda haveria de fazer muitos filmes.
No original "Romancing the Stone", "Em Busca da Esmeralda Perdida conta a história de uma escritora que procura a sua irmã, que foi raptada por um bandido quando procurava uma jóia na selva colombiana.
Lembrete:
Nunca ir atrás de uma pedra preciosa para uma selva sul-americana.
Joan Wilder (Turner) que até então tinha uma vida calma, a escrever romances lá por casa, tem assim uma aventura ao nível daquelas que escreve, envolvendo ainda um caçador de fortunas (Douglas) por quem se apaixona.
Esta película, realizada pelo mago Robert Zemeckis, autor de muitos filmes que me caíram no goto, como a trilogia "Regresso ao Futuro", contava ainda com Danny de Vito, actor que sempre tentou compensar a falta de estatura e de cabelo, com a arte de (nos) fazer rir.
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Filmes Inesquecíves
Há filmes que ficarão para sempre na nossa memória.
Nos Anos 80, em especial, muitos marcaram a nossa juventude e, por isso mesmo, a "Máquina do Tempo" tem entre as suas rubricas ou etiquetas, a "Cinemateca Pop".
Estes foram os títulos já aqui abordados:
Nos Anos 80, em especial, muitos marcaram a nossa juventude e, por isso mesmo, a "Máquina do Tempo" tem entre as suas rubricas ou etiquetas, a "Cinemateca Pop".
Estes foram os títulos já aqui abordados:
Big (1988)
Mad Max 3, Para Além da Cúpula do Trovão (1985)
Oficial e Cavalheiro (1982)
The Goonies (1985)
Splash, a Sereia (1984)
Arma Mortífera (1987)
Willow, na Terra da Magia (1988)
Tempo de Glória (1989)
Um Dia a Casa Vem Abaixo (1986)
Posto isto, a "Máquina do Tempo" recomeça as viagens regulares esta quarta-feira.
A nostalgia está de volta!!
quinta-feira, 22 de novembro de 2012
Histórias de Infância
Esta é uma foto da minha infância, nunca antes publicada na "Máquina do Tempo".
Deverá ser republicada na rubrica "O Pequeno Johnny", agora todas as terças-feiras.
Aquele equipamento desportivo que visto na foto, convém esclarecer, não é do F.C. Porto, mas sim do Pinhalnovense, o clube da terra.
E a foto foi tirada no que viria a ser o parque do Pinhal Novo, onde hoje está o lago e a estátua de José Maria dos Santos.
Uma história para contar brevemente.
Até agora, foram publicadas quatro fotos e quatro histórias, n' "O Pequeno Johnny".
Foram estas:
- Arrábida Encantada - Um passeio na serra com o velho Mini, o Bolinhas.
- A Televisão da Avozinha - Tudo o que eu via na velha tv da sala da minha avó, por volta dos 10, 11 anos.
- Playground, Velha Infância - Recordações das brincadeiras de puto, com o Nelson o outros amigos.
- O Malandrim - A história dos ovos lançados pela janela da marquise da minha avó, para o quintal da D. Olivia.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Os Sucessos Esquecidos
Uma das secções âncora da "Máquina do Tempo" é, desde sempre, os "Sucessos Esquecidos dos Anos 80" que vão voltar em breve.
Até agora, já foram editados 12 sucessos perdidos no tempo.
Aqui estão eles, em jeito de resumo da matéria.
Até agora, já foram editados 12 sucessos perdidos no tempo.
Aqui estão eles, em jeito de resumo da matéria.
Here I Am - Dominoe
Take Me Up - Scotch
Japanese Boy - Aneka
One Night In Bangcock - Murray Head
Sounds Like a Melody - Alphaville
Nothing Gonna Stop Me now - Samantha Fox
Woodie Boogie - Baltimora
True Blue - Madonna
Jeannie - Falco
Call Me - Spagna
Comanchero - Moon Ray
Always Something There To Remind Me - Naked Eyes
terça-feira, 20 de novembro de 2012
A Máquina Volta a Viajar
A "Máquina do Tempo" está de volta.
O blog perdeu o glamour das grandes fotos - culpa do autor que não domina as novas definições do Blogger - mas pretende voltar à internet com assiduidade, recordando o passado, sempre com bom humor.
Em relação à "mixórdia de temáticas", aligeirámos a coisa.
Menos temas por semana, com um vídeo dos "Sucessos Esquecidos dos Anos 80" ou um trailer da "Cinemateca Pop", dia sim, dia não.
As terças serão para a rubrica "O Pequeno Johnny" e as quintas para os "Velhos Anúncios", a boa e velhinha publicidade.
A ver vamos se é desta que a Máquina viaja para o passado com regularidade.
Espero que sim.
O blog perdeu o glamour das grandes fotos - culpa do autor que não domina as novas definições do Blogger - mas pretende voltar à internet com assiduidade, recordando o passado, sempre com bom humor.
Em relação à "mixórdia de temáticas", aligeirámos a coisa.
Menos temas por semana, com um vídeo dos "Sucessos Esquecidos dos Anos 80" ou um trailer da "Cinemateca Pop", dia sim, dia não.
As terças serão para a rubrica "O Pequeno Johnny" e as quintas para os "Velhos Anúncios", a boa e velhinha publicidade.
A ver vamos se é desta que a Máquina viaja para o passado com regularidade.
Espero que sim.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Sucessos Esquecidos dos Anos 80 - Always Something There to Remind Me - Naked Eyes
Antes de mais, um reparo:Neste regresso da "Máquina do Tempo" à blogosfera, deverá ser notória a perda de alguma qualidade ao nível da estética - fruto de alterações no Blogger que ainda não domino - e também no domínio da escrita porque estou ainda a recuperar de tempos inimigos da criatividade.
Mas vamos lá a mais um "Sucesso Esquecido dos Anos 80".
Este é um dos raros casos em que a versão é-me mais agradável ao ouvido do que o original.
"Always Something There to Remind Me" foi sucesso na voz de Sandie Shaw e de novo em 1982, com os Naked Eyes.
O esplendor dos sintetizadores é bastante evidente neste tema bem pop.
Eu sou um fã de sintetizadores.
E de galões a acompanhar pastéis de nata, mas isso agora não tem nada a ver.
Os sintetizadores abrem o tema, chegando a parecer que estamos numa igreja com sinos electrónicos.
Não estamos.
Rob Fischer, o vocalista do grupo, morreu em 1999, mas a banda ainda mexe e parece que vai lançar um álbum em 2013.
Fiquem com o vídeo de "Always Something There to Remind Me", que foi também um dos temas que musicava a saudosa novela "Guerra do Sexos".
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Sucessos Esquecidos dos Anos 80
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Cinemateca Pop - Um Dia a Casa Vem Abaixo
Um tipo engraçado, uma loura bonita e uma casa a cair aos bocados.Não havia troika como esta em 1986.
Divertido e levezinho como um pezinho de salsa, este filme de Richard Benjamin fez as delícias dos cinéfilos e de gente que trabalha em demolições de imóveis.
Com dedo de Steven Spielberg, a película aproveita a fama tipo bola de neve de Tom Hanks e a empatia cinéfila da namoradinha da América Shelley Long, para criar uma química que embala o espectador adepto de implosões desenfreadas como as de torres de apartamentos de Tróia, ou controladas, como a desta casa que vai caindo aos bocadinhos.
Após ter sido desalojado do seu apartamento em Manhattan, o par de "Um Dia a Casa Vem Abaixo/The Money Pit" compra a casa dos seus sonhos.
E dos seus pesadelos.
A relação do casal e a respectiva conta bancária é colocada à prova pelo autêntico sorvedouro de emoções e cifrões que representa esta aparentemente adorável casinha branca.
Foi um dos filmes mais divertidos de 1986, antes, muito antes, de rebentar a bolha do mercado imobiliário, dos despejos sem apelo nem agravo, e de brasileiros e ucranianos experimentarem a homossexualidade como mal menor para dividir a renda no final do mês.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Velhos Anúncios - Schweppes
Este anúncio de azulejos coloridos da Schweppes foi sempre um dos mais bonitos cartões de visita do Algarve.Este, ou a outra versão com chaminé algarvia, culminava a chegada ao Algarve depois de um punhado de horas de viagem de carro.
A dois meses de mais um Verão, relembramos aqui um velho anúncio da Schweppes, uma das mais antigas marcas de refrigerantes.
A publicidade à Schweppes Laranja entoava animadamente "é tudo laranja!" mas as imagens lá em casa continuavam a preto e branco.
E cinzento, vá lá.
A história da marca de refrigerantes Schweppes começa em 1783 na Inglaterra.
Johann Jacob Schweppe, um joalheiro alemão e cientista amador desenvolveu um método para produzir água tónica em escala comercial.
O sucesso foi quase imediato e durou para aí uns 200 anos.
A marca já viveu os seus tempos dourados e agora pertence ao grupo Coca-Cola.
Ainda assim, acções promocionais como a do geiser artificial que animou Paço de Arcos há um par de anos, não deixam a marca eclipsar-se.
Schweppes.
Sempre mais fácil de beber do que de escrever.
quinta-feira, 15 de março de 2012
Eternamente Sporting - Morato
Recordamos hoje António Morato, um dos defesas centrais leoninos que marcou os Anos 80.
E que falta ele faria hoje.
Curiosamente, houve dois Moratos no Sporting.
O pai deste Morato jogou também como defesa, nos anos 60.
O que viaja hoje connosco na "Máquina do Tempo", jogou seis épocas de leão ao peito - 178 jogos ao todo - com Manuel Fernandes, Jordão e Oliveira, entre outros.
Marcou seis golos.
Estreou-se em 1984 num Sporting x V. Setúbal.
Despediu-se em 1989, no tempo do leão de unhas quebradiças de Jorge Gonçalves, sem ser campeão.
De resto, pelo Sporting, conquistou apenas uma Supertaça.
Aqui fica ele em imagens, neste "Eternamente Sporting".
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