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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Divas de Hollywood - Rachel Welch

Aquela que foi uma das mais flamejantes ruivas de Hollywood, nasceu em 1940, em Chicago.

Rachel Welch tornou-se símbolo sexual dos anos 60 quando emergiu das águas do mar num biquini pré-histórico, de resto retratado na imagem acima.

Poderia ter escolhido mil e uma outras fotos sensuais da bela actriz, mas escolhi esta por toda a sua simbologia e, claro, por ter sido também elemento central na história de "Os Condenados de Shawshank", para mim, o melhor filme de temática prisional.

O "filme do biquini"era "Quando o Mundo Nasceu", de 1966, e a partir daí ela substituíu Marilyn Monroe como a principal sex symbol à escala global.

Na Juventude, Miss Welch foi também Miss Fotogenia, Miss La Jolla, Miss Contour, Miss Fairest of the Fair e Miss San Diego.

A sua filmografia conhece a melhor fase nos anos 60, até causar alvoroço quando fez cenas de sexo com o actor negro Jim Brown, no filme "100 Rifles".

Nos anos 70, tentou deixar a imagem de mulher-objecto e nos 80' s voltou-se para a televisão e para os vídeos de exercícios físico, aproveitando a sua imagem de quarentona em boa forma.

Aqui em baixo, pode ver as divertidas imagens das lutas de Rachel Welch com os dinossauros, em "Quando o Mundo Nasceu"/"One Million Years b.C.".

Diga lá, se a bela Rachel não tinha tudo no sítio e se estes dinossauros made in the 60's não são divertidos?

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Divas de Hollywood - Lana Turner

Uma das mais famosas sex symbols do cinema, nas décadas de 40 e 50, foi descoberta aos 15 anos, quando bebia uma Coca-Cola no "Top Rat Café", em Hollywood.

Lana Turner já foi aqui referência a 10 de Agosto, na primeira "Juke Box", já que foi a inspiraçao para uma das mais brilhantes interpretações de Roy Orbison.

"O Carteiro Toca Sempre Duas Vezes" foi o filme mais importante da carreira da bela Lana.

Casou-se e separou-se sete vezes, nenhuma delas com aquele que terá sido o grande amor da sua vida, Tyrone Power.

Adorava gastar dinheiro, principalmente em sapatos.

Trivialidades comparadas com o grande escândalo que em 1958, envolveu a sua filha e um dos seus amantes, o gangster Johnny Stompanato.

Cheryl Christina Crane, a filha, assassinou Stompanato com uma faca de cozinha.
Stompanato passava a vida a agredir Lana.
Cenas de cinema na vida real.

Lana Turner morreu de cancro na garganta, a 29 de junho de 1995, na Califórnia.

Em baixo, o trailer de "O Carteiro Toca Sempre Duas Vezes", de 1946, onde contracenou com John Garfield.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Divas de Hollywood - Katharine Hepburn

Foram quase 100 anos como personagem do mais importante filme em que participou: o da sua vida.

Katharine Hepburn faleceu em Junho de 2003 com 96 anos, mas há muito que tinha garantido a imortalidade através da sua participação em películas como "Um Eléctrico Chamado Desejo" ou "A Casa no Lago".

Levou para casa, nada mais nada menos, que quatro Óscares, um recorde na Academia.
Ao todo, foi nomeada 12 vezes.

Em 1999, o American Fim Institute escolheu-a como a maior actriz de todos os tempos, numa lista de 25, que incluía Bette Davis e Ingrid Bergman.

Entre os seus muitos romances, destaque para o que manteve com o actor Spencer Tracy, durante 25 anos.

Fizeram nove filmes juntos.

Depois deste curto registo biográfico, nada melhor do que recordar a arte de Katharine Hepburn, em "Philadelphia Story", um fime de 1940, em que fez par romântico com Cary Grant, e em que conquistou um dos seus quatro Óscares.

Sem dúvida, uma Diva de Hollywood.


terça-feira, 12 de julho de 2011

Divas de Hollywood - Brigitte Bardot

Brigitte Anne-Marie Bardot foi uma das mais belas actrizes de cinema.
Foi o grande símbolo sexual dos anos 50 e 60, fazendo jus a um dos seus mais emblemáticos filmes, "E Deus Criou a Mulher".

Faz 77 anos a 28 de Setembro e isso nota-se.
Mas regressemos à epoca de glamour.

Bardot, princesinha de Paris, começou pelo mundo da moda, tendo-se estreado aos 17 anos no filme "Le Trou Normand".
Casou-se com Roger Vadim e logo ao segundo filme - "Manina, La Fille Sans Voile", já fazia salivar os cinéfilos com várias cenas em biquini.

Em 1956, "E Deus Crou a Mulher", sobre uma adolescente amoral numa pequena e respeitável cidade do litoral, fez em igual medida, escândalo e sucesso, com as suas cenas de nudez escarrapachadas nas telas de cinema de todo o mundo, a transformarem de vez BB numa das maiores sex-symbol da época.

Nos anos 60, descasou-se, voltou a casar e manteve-se na linha de sucesso da década anterior.

Pouco antes de fazer, 40 anos, e com mais de 50 filmes no currículo, para além dezenas canções gravadas, Brigitte Bardot anunciava o final de carreira para se dedicar ao activismo em nome da defesa dos animais.

Em 1977, denunciou, in loco, o massacre de focas-bebé no norte do Canadá.

Em baixo, algumas cenas de "E Deus Criou a Mulher" para que, como eu, chegue à conclusão que BB foi uma das actrizes mais belas de sempre.